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Gestação | Fotos mês a mês

A gestação é um momento único na vida de qualquer mulher.
Sejam elas muitas ou simplesmente uma, os 9 meses (ou 40 semanas) que a gestação é composta são cheias de grandes, pequenas e marcantes emoções.

E quando acaba fica aquele gostinho de que passou voando... (ou não)
O importante é registrar tudo e curtir cada momento.

Cada mãe tem seu estilo e cada gestação suas surpresas.

Por isso separei algumas fotos da net para inspirar as barrigudinhas a registrarem esse momento.

As vezes a família já é grande e vale a pena registar a espera de todos a sua volta!
























Eu Apoio | Diga sim a vida

"A timeline do seu Facebook muito provavelmente foi invadida por fotos de grávidas nos últimos

dias. Algumas pessoas não se deram ao trabalho de ler as hashtags que acompanhavam as imagens.  Quem leu percebeu que essas mulheres tinham aderido a campanhas em defesa da vida (contra o aborto) ou pela legalização do aborto.

Coincidentemente essas campanhas ficaram mais fortes após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), declarar que não colocaria em votação o projeto que trata da legalização do aborto “nem que a vaca tussa”. “O último projeto de aborto eu derrubei na Comissão de Constituição e Justiça. […] No aborto, sou radical”, disse ele em entrevista ao site do jornal “O Estado de S. Paulo”.

A campanha em defesa da vida funciona mais ou menos como o desafio do balde de gelo. Uma mulher posta uma foto de quando estava grávida e desafia amigas e parentes a fazerem o mesmo. Foi isso o que ocorreu com a produtora cultural Rachel Coelho, 32, desafiada por sua cunhada.

Rachel não chega a ser totalmente contra o aborto, mas diz que ele não pode ser banalizado. “Eu apoio a livre decisão sobre o nosso corpo, mas sou contra fazer o aborto como forma de se livrar de um problema, como se fosse tomar a pílula do dia seguinte.”

Já a vendedora Bárbara Futema, 39, afirma ser totalmente contra o aborto. Ela assumiu sozinha a criação da filha, que hoje tem 8 anos. Mas no início da gravidez, quando se viu sozinha, diz que chegou a pensar se conseguiria seguir em frente.  “Hoje não só me culpo, chego a ter pesadelos e acordo chorando. Isso acontece frequentemente.”

Do outro lado estão mulheres que defendem o direito de decisão das mulheres e o fim da descriminalização.

O post da pedagoga Gabriela Moura, que está grávida, em defesa do fim da descriminalização do aborto já tinha mais de 6.000 compartilhamentos e 26 mil curtidas.  “Estou ao lado dos direitos reprodutivos das mulheres. Eu sou TOTALMENTE favorável à descriminalização do aborto, ao respeito às mulheres e suas escolhas e seus corpos. […] Mulheres casadas abortam, cristãs abortam, prostitutas abortam, mulheres de mais de 40 anos, mulheres de menos idade abortam e eu jamais vou usar a minha gestação contra elas. Solidariedade às minhas irmãs mulheres.”

A doula Gabriela Prado aderiu a campanha publicando em seu perfil a foto de Jandira dos Santos Cruz, que morreu vítima de um aborto clandestino em 2014. “Mulheres que abortam não são criminosas, assassinas, monstras. São suas amigas, colegas, mães, filhas, primas, tias, namoradas, esposas, professoras, chefes, vizinhas. São cidadãs, são pessoas como você. O que mudaria legalizando o aborto?”

E você: é a favor ou contra a legalização do aborto?"

Post do Blog da Folha de São Paulo -  Maternar - Por Fabiana Futema
11-02-2015

Parceria | Assessoria Mamãe



Que mãe não sonha em ter alguém para ajudar durante a gestação e pós parto?

A Assessoria Mamãe traz diversos serviços relacionados a maternidade em um atendimento individual e personalizado voltado para você e seu bebê.

Enxoval, chá de bebê, exercícios adequados, decoração, fotografia, escolha de profissionais, amamentação, sono do bebê, cuidados com a mamãe e o bebê, nutrição, maternidade, nossa, quanta coisa!!!

Nós mães sabemos o quanto tudo é corrido e o quanto queremos ter uma gestação tranquila. Foi pensando em tudo isso que a Assessoria Mamãe foi criada.

Levando até você todas informações necessárias, respeitando seu estilo de vida e fazendo com que você curta todos os momentos da sua gestação com tranquilidade.

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Gravidez | Como evitar os Enjoos

Enquanto muitas mulheres sofrem com o enjoo gestacional, outras não sabem nem o que é isso.

Mas apesar de ser incomodo e desagradável,
mais de 70% das gestantes sentem este desconforto nos 3 primeiros meses da gravidez.

A boa notícia é que existem algumas coisas a fazer para amenizar esses sintomas.
Separei algumas dicas que me ajudaram e outras dicas de especialistas.

Na sua maioria, as gestantes sentem enjoo maior na parte da manhã. Isso acontece principalmente quando estamos com o estômago vazio. Mas existem alguns hábitos que você pode adotar para tentar minimizar.

1. Coma um biscoito água e sal antes de levantar da cama. (Eu deixava um pacotinho e um copo de água do lado da cama)

2. Faça refeições menores e mais frequentes. Tome água gelada quando a fome começar.


3. Evite refeições pesadas e gordurosas.

4. Prefira bebidas frias e geladas. Em geral, comidas e bebidas frias têm mais chance de parar no estômago. (Eu tomava muita água de coco

5. Descanse o máximo que puder. Sempre que houver uma pausa, se deite e relaxe o seu corpo e sua mente. O estresse e ansiedade podem desencadear o enjoo devida a acides que produz no estômago.

6. Use o gengibre. Você pode corta-lo e cheirar, ou mascar uma fatia, ou até usar uma bala para aliviar o enjoo. Mas não abuse. Ainda não são conhecidos os efeitos do gengibre em gestantes

7. Pergunte ao seu médico quanto a vitamina B6. Ela ajuda a amenizar o enjoo.

8. Faça exercícios leves como a caminhada. Prefira o ar livre e fresco para se exercitar, locais com má circulação de ar podem enjoar. Além disso, favorecem a digestão, proporcionam a sensação de bem-estar e aliviam o estresse emocional.

9. Experimente tratamentos alternativos como a acupuntura ou acupressura, mas sempre com o conhecimento do seu médico.

10. Fique longe dos cheiros que te incomodam. Odores fortes são fatores certos pra quem sofre de enjoo na gravidez.



O Discovery Home & Health tem uma serie que se chama "Coisas que ninguém te conta".
Nesse vídeo vai o capitulo sobre enjoo na gravidez com mais algumas dicas.


Se você tem outras dicas, conta pra gente!
*imagens retiradas do Google

Vida de Mãe | Uso obrigatório do Partograma

Assunto polêmico entre mães e gestantes.
Algumas defendem a cesariana.
Outras apoiam o parto normal.
Umas dizem que tem direito de optar.
E tem as que dizem que a mulher precisa parir para ser uma mãe completa.

Discussões a parte, essa semana o Ministério da Saúde e a ANS publicaram uma nova resolução que tem o objetivo de incentivar o parto normal no Brasil, e reduzir ao extremo o número de cesáreas.

As novas medidas atingem principalmente o parto no setor privado.
O preenchimento de um partograma passa a ser obrigatório
Hoje, 56% dos partos realizados no Brasil são cesáreas. A OMS (Organização Mundial da Saúde) diz que 15% é o recomendado.

Mas e se eu quiser optar por uma cesárea? O plano não vai cobrir?
A resposta é NÃO!

Entenda: O partograma é parecido com a famosa carteirinha da gestante. Porém, quando na carteirinha são registradas todas as etapas da gestação, no partograma, o médico precisa anotar todas as etapas do trabalho de parto.

Para receber pelo parto cesárea através do convênio, os registros do partograma devem comprovar a necessidade da cirurgia. Na prática, toda gestante será obrigada a esperar o início do trabalho de parto para então o médico ver se é necessária uma cesárea.

"É necessário mudar a cultura do parto. Temos que tratar a epidemia de cesarianas que vivemos como um problema de saúde pública. É um problema que se agrava ano a ano", diz o ministro da saúde Arthur Chioro.

Para algumas mulheres essa medida foi uma vitória. Assim como o ministro, acreditam que as taxas devem baixar, doa a quem doer. A mulher PRECISA ter um parto normal!

 "Parto não é evento que se marque. 
Normal é o parto normal", afirmou o ministro.
Os planos de saúde apoiaram a decisão.

Porém para outras, essa medida fere a liberdade de escolha da mulher. E não são somente algumas feministas não! O Conselho Federal de Medicina (CFM), também acredita que a medida deve ser revista.

Segundo Mauro Ribeiro, vice-presidente do CFM, há mulheres que, por motivos pessoais, escolhem ter o filho por cesariana, e dar o direito de o plano de saúde não pagar pela cirurgia agendada é violar a autonomia da mulher. “Como negar à mulher o direito dela de escolher como quer ter o filho?”, indagou.

Em uma entrevista ao UOL, o vice-presidente do CFM, Mauro Ribeiro, afirma que por motivos pessoais, muitas mulheres optam por ter o filho através de uma cesariana, e, dar ao plano de saúde, o direito de não pagar pela cirurgia, é violar a autonomia da mulher. “Como negar à mulher o direito dela de escolher como quer ter o filho?”

O vice reconhece que a taxa de cesarianas no Brasil deve baixar, porém afirma que enquanto não houver instalações, acompanhamento e treinamento adequado para o trabalho de parto natural e humanizado, não há coerência em proibir a cirurgia.

"Reconhecemos que há médicos que optam por fazer o parto cirúrgico por comodismo, pois, enquanto este é agendado e rápido, o normal pode acontecer a qualquer momento, e, muitas vezes, leva mais de dez horas para a conclusão." Na avaliação de Ribeiro, o governo está responsabilizando injustamente os médicos pelo alto índice de partos cirúrgicos, e deixando de lado pontos importantes como a falta de uma estrutura que estimule o parto natural.

Entre tantas discussões e muito trabalho a ser feito, outros direitos serão assegurados com a nova medida.

A gestante passa a ter acesso, em até 15 dias após solicitação, aos porcentuais de parto normal e cesáreo do médico e do hospital maternidade que desejar pesquisar. Essa informação tem como objetivo ajudar a paciente a escolher quem irá acompanha-la na gestação e onde ela terá o seu filho.
Caso os dados não sejam divulgados, a multa será de R$ 25 mil.

A medida foi publicada dia 07 de janeiro e tem 180 dias para as operadoras cumprirem as exigências.

MINHA OPINIÃO

Sou da simples opinião de que somos donas do nosso corpo. Optar o tipo de parto que se receber um filho é o mínimo de direito adquirido.
Tive minha filha por cesárea, mas recomendo o parto normal porque NO MEU caso, não foi legal pra mim, nem pra minha filha.
Porém, muitas mulheres preferem se sujeitar a uma cirurgia. E dai? O que isso vai afetar na SUA vida?

Desde que ganhei a Bia já ouvi tantos absurdos. me acusaram até de não querer intimidade com a minha filha por não permitir que ela passasse no meu canal vaginal. Disseram que eu não tive um parto e sim a retirada do bebê. Dizem que não posso me sentir uma mãe completa porque não senti as dores do parto.

Sim! já escutei tudo isso!! Dentre as pérolas está: "Além de cesariana você não amamentou? Nossa, pra que você teve um filho então?" - Isso me disseram sem saber que havia ficado 15 dias na UTI após ganhar a Bia numa cesárea de urgência..

Concordo, por experiência própria, que o parto normal é de fato melhor para a recuperação da mãe e para o bebê pois é a forma "natural' que sempre ouvimos falar... Mas discordo veementemente da imposição do parto normal em um país onde não existe estrutura parto o humanizado. Em tempos onde a Manobra de Kristeller ainda é utilizada, antes de dificultar o acesso a cesária, deveriam reeducar muitos médicos por aí.

Ainda são pouquíssimas as mulheres que conseguem o aconchego de receber seus filhos em uma piscina mornal, em uma sala com luz baixa ou ao som da música escolhida. Se eu tiver outro filho, quero tentar essa experiência.

Mas quem não quiser não pode ser obrigada!! Isso precisa ser uma decisão individual, particular e intransferível. Tentar reduzir as taxas a qualquer custo, sem criar antes espaços e profissionais realmente qualificados e preparados, é no mínimo inconsequente.
#ProntoFalei

E você? O que você acha dessa nova medida? Mande sua opinião.

Imagens retiradas do Google




Saúde | Depressão Pós Parto

Depressão pós-parto não é uma falha de caráter ou uma fraqueza. Se você tem depressão pós-parto, o tratamento imediato pode ajudar a controlar os seus sintomas e desfrutar de seu bebê.
Novos estudos mostram que a depressão também podem afetar os pais.

Os sintomas incluem tristeza e desesperança. Muitas novas mães experimentam alterações de humor e crises de choro após o parto, que se desvanecem rapidamente. Elas acontecem principalmente devido às alterações hormonais decorrentes do término da gravidez.

A depressão pós-parto ocorre logo após o parto.No entanto, algumas mães experimentam esses sintomas com mais intensidade, dando origem à depressão pós-parto. Raramente, pode ocorrer uma forma extrema de depressão pós-parto, conhecida como psicose pós-parto.

Não há uma única causa para depressão pós-parto. Fatores físicos, emocionais e de estilo de vida podem influenciar de alguma forma no surgimento da doença. Veja:

Mudanças físicas
Após o parto, ocorre uma queda dramática nos hormônios estrogênio e progesterona, e essas mudanças por si só podem contribuir para um quadro de depressão pós-parto. Outros hormônios produzidos pela glândula tireoide também pode cair bruscamente - o que pode aumentar o cansaço e sensação de tristeza. Mudanças no seu volume de sangue, pressão arterial, sistema imunológico e metabolismo podem contribuir para a fadiga e alterações de humor.

Fatores emocionais
Quando você está privado de sono e sofrendo algum tipo de estresse ou pressão psicológica, você pode ter problemas para lidar com situações do dia a dia. A mãe também pode se sentir menos atraente ou sentir que perdeu o controle sobre sua vida. Qualquer um desses fatores pode contribuir para a depressão pós-parto.

No caso dos homens, a depressão pós-parto pode surgir por conta da preocupação com sua própria capacidade de educar um recém-nascido. A ansiedade em prover uma boa vida para a criança, o aumento das responsabilidades e o suporte que se deve dar ao parceiro(a) estão entre as causas do problema. Apesar de essas causas serem comuns nos pais, também podem ocorrer com as mães.

Estilo de vida
Muitos fatores de estilo de vida podem levar à depressão pós-parto, incluindo um bebê exigente, dificuldade de amamentação, filhos mais velhos com ciúmes, problemas financeiros, falta de apoio do parceiro ou de outros entes queridos.

Fatores de risco para depressão pós-parto incluem:
História de depressão pós parto anterior / Falta de apoio da família, parceiro e amigos
Estresse, como um recém-nascido doente, problemas financeiros ou problemas familiares
Limitações físicas anteriores ou após o parto / Depressão durante a gravidez / Depressão anterior
Transtorno bipolar / História familiar de depressão ou transtorno bipolar
História de desordem disfórica pré-menstrual (PMDD), que é a forma grave de tensão pré-menstrual (TPM) /
Violência doméstica, que podem aumentar durante a gravidez e quando um casal está se ajustando a um novo bebê. Se o seu parceiro é violento ou emocionalmente abusivo, você e seu bebê estão fisicamente em risco, e você tem um maior risco de depressão pós-parto. Procure ajuda o mais rápido possível.

Assista o vídeo da Minha Vida TV e ouça mais algumas dicas:


Sintomas
Sentimento de tristeza ou desespero constante. Perder o interesse ou não sentir prazer na maioria das atividades diárias.
Um sintoma particularmente grave de depressão é pensar na morte e suicídio. Algumas pessoas com depressão pós-parto também podem ter uma vontade súbita e assustadora de prejudicar seus bebês.

Fique atenta à depressão pós-parto. Você também poderá:

Perder ou ganhar peso
Vontade de comer mais ou menos do que o habitual
Dormir muito ou não dormir o suficiente
Inquietação ou indisposição
Cansaço e energia
Sentimento de indignação ou culpa
Dificuldade para se concentrar ou tomar decisões
Ansiedade e excesso de preocupação.

Psicose pós-parto (Gravíssimo)
Esta condição grave é mais susceptível de afetar as mulheres e s homens que têm distúrbio bipolar ou histórico de psicose pós-parto. Os sintomas, que começam geralmente durante as primeiras três semanas após o parto, incluem:

Sentir-se desconectada com seu bebê e com as pessoas em seu entorno.
Sono perturbado, mesmo quando o bebê está dormindo.
Pensamento extremamente confuso e desorganizado, aumentando o risco de prejudicar o bebê, a si mesma ou qualquer pessoa.
Mudanças drásticas de humor e comportamento bizarro.
Extrema agitação ou inquietação.
Alucinações, que pode ser visuais, auditivas, olfativas ou pode contato.
Pensamento delirante que não se baseia na realidade.


Buscando ajuda médica
Se você tiver pelo menos cinco dos sintomas acima por duas semanas ou mais, e um dos sintomas é ou tristeza ou perda do interesse, você pode ter depressão pós-parto e precisar de ajuda.

Ainda que você não tenha outros sintomas além da tristeza ou indisposição, é importante buscar tratamento médico e conversar sobre os benefícios que um tratamento poderia trazer.
Quanto mais cedo você começar o tratamento, melhor será a sua chance de uma recuperação rápida e completa.

Se você está se sentindo deprimido após o nascimento do seu bebê, você pode estar relutante ou vergonha de admitir isso. Mas é importante chamar o seu médico se os sinais e sintomas de depressão piorarem e prejudicarem suas atividades.

Para pessoas que tem sintomas de psicose pós-parto, deve ser tratada como uma emergência que requer tratamento médico imediato. Se você ou sua parceira tiver quaisquer sintomas psicóticos, procure ajuda de emergência imediatamente.

Qual médico buscar?
Psicólogo | Psiquiatra | Endocrinologista | Ginecologista e Obstetra

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo.
Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram: Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade.

Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.


O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
  • Quais são os sintomas e quando eles começaram?
  • Os sintomas estão melhorando ou piorando ao longo do tempo?
  • Os sintomas afetam sua capacidade de cuidar do bebê?
  • Você se sente tão ligada ao bebê quanto esperava?
  • Você é capaz de dormir tem a chance e sair da cama quando é hora de acordar?
  • Como você descreveria o seu nível de energia?
  • O seu apetite mudou?
  • Quantas vezes você diria que fica ansiosa, irritada ou com raiva?
  • Você já teve algum pensamento de autoagressão ou agressão ao bebê?
  • Qual é o apoio que você tem para cuidar do seu bebê?
  • Você sofre com algum problema financeiro ou no relacionamento?
  • Você recebeu o diagnóstico de quaisquer outras condições médicas, incluindo distúrbios psiquiátricos, como depressão ou transtorno bipolar?
  • Você recebe ou recebeu tratamento para outros sintomas psiquiátricos? Se sim, que tipo de terapia ajudou mais?
Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para depressão pós-parto algumas perguntas básicas incluem:
  • Qual é o meu diagnóstico?
  • Quais tratamentos vão me ajudar?
  • Quais são os possíveis efeitos colaterais dos tratamentos que você está propondo?
  • Quanto e em quanto tempo você espera que os meus sintomas melhorem?
  • O medicamento que você está prescrevendo seguro para tomar durante a amamentação?
  • Durante quanto tempo vou precisar receber tratamento?
  • Que mudanças de estilo de vida podem me ajudar a gerenciar os sintomas?
  • Quantas vezes tenho que fazer visitas de acompanhamento?
  • Estou em risco aumentado para outros problemas de saúde mental?
  • Estou em risco dessa condição voltar se eu tiver outro filho?
  • Existe alguma maneira de evitar a reincidência se eu tiver outro filho?
  • Há algum material impresso que eu posso levar comigo? Quais sites você recomenda?
Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.


O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) da Associação Americana de Psiquiatria considera depressão pós-parto um subtipo de depressão maior. De acordo com o manual, para depressão pós-parto ser diagnosticada, os sinais e sintomas da depressão devem se desenvolver dentro de quatro semanas após o parto. Sinais de um episódio depressivo incluem, em parte:
  • Humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias
  • Redução de interesse e prazer nas atividades
  • Mudança significativa no apetite ou mudança inesperada no peso
  • Incapacidade de dormir (insônia) ou sonolência excessiva (hipersonia)
  • Agitação ou movimentos mais lentos
  • Fadiga ou falta de energia
  • Sentimentos de inutilidade
  • Capacidade reduzida de pensar, concentrar-se ou tomar decisões
  • Pensamentos recorrentes de morte ou suicídio.
Para distinguir entre um caso de curto prazo e uma forma mais grave de depressão, o médico ou médica pode pedir para você preencher um questionário de triagem de depressão. Além disso, o médico provavelmente irá realizar exames de sangue para determinar se uma disfunção da tiroide está contribuindo no quadro.

Se há histórico pessoal de depressão, depressão pós-parto, psicose pós-parto ou transtorno bipolar, é importante acompanhar com o médico ou médica de perto antes mesmo dos sintomas começarem. Alguns especialistas sugerem que as mulheres de alto risco tenham seu primeiro check-up pós-natal três ou quatro semanas após o parto, em vez das habituais seis semanas.

O aconselhamento ajuda a prevenir e tratar a depressão-pós parto e depressão durante a gravidez. Para melhorar o sucesso do tratamento, ambos os pais devem tentar participar.
Terapia cognitivo comportamental ajuda a tomar conta da maneira como você pensa e sente.
Aconselhamento interpessoal fornece suporte emocional e ajuda na resolução de problemas e definição de metas.

Você também pode se beneficiar de:
Ter um(a) babá durante meio período ou em tempo integral
Exercícios para fortalecer os laços entre paciente e bebê.
Terapia hormonal

A reposição hormonal pode ajudar a neutralizar a queda rápida nos níveis de estrogênio que acompanha o parto, aliviando os sintomas de depressão pós-parto em algumas mulheres. Entretanto, ainda não é comprovado que a terapia hormonal possa prevenir ou tratar a depressão pós-parto. Tal como acontece com os antidepressivos, é importante pesar os riscos e benefícios potenciais do tratamento com terapia hormonal.


Depressão pós-parto geralmente não é uma condição que você pode tratar por conta própria - mas você pode fazer algumas mudanças que ajudam o tratamento a ser mais efeito.
  • Faça escolhas de vida saudáveis, como praticar atividade física, manter uma dieta equilibrada e evitar vícios como tabaco e álcool
  • Não coloque cobranças excessivas em cima de você
  • Arranje um tempo para si mesma
  • Se concentre em manter seus pensamentos positivos
  • Evite o isolamento.
  • Lembre-se, a melhor maneira de cuidar de seu bebê é cuidando de si mesma.
Se não for tratada, a depressão pós-parto pode interferir com o vínculo mãe-filho e causar problemas familiares. Filhos de mães que têm depressão pós-parto não tratada são mais propensos a ter problemas de comportamento, como dificuldades para dormir e comer, crises de birra e hiperatividade. Os atrasos no desenvolvimento da linguagem são mais comuns também.

Depressão pós-parto não tratada pode durar meses ou mais, por vezes tornar-se um distúrbio depressivo crônico. Mesmo quando tratada, depressão pós-parto aumenta o risco de futuros episódios depressivos.

Peça ajuda de outras pessoas para que você consiga dormir bem, manter uma alimentação saudável, fazer exercício físico e receber apoio na medida do possível.
Fique longe de cafeína, álcool e outras drogas ou medicamentos, a menos que recomendado pelo seu médico ou médica.

Se você está preocupado com a depressão pós-parto, faça seu primeiro check-up pós-natal três ou quatro semanas após o parto em vez das habituais seis semanas.

Mulheres cujo risco para depressão pós-parto é maior pode querer tomar medidas adicionais para prevenir a depressão pós-parto.




Canadian Mental Health Association
American Psychological Association
Mayo Clinic
Manual Merck
minhavida.com.br





Gravidez | Manobra de Kristeller

Assunto polêmico entre mães e gestantes, os métodos adotados nos hospitais brasileiros estão cada vez mais na mira do Ministério Público.

Esta semana, em um hospital de São Paulo, a manobra de Kristeller foi proibida após a denúncia de uma paciente que relatou sentir dores fortíssimas.

Além disso, o hospital assumiu que esta manobra é uma violência obstétrica.
Apesar de condenada pelo Ministério da Saúde e entidades obstétricas, esta manobra é comum na maioria dos hospitais brasileiros.

O Ministério Público também orientou o hospital a tomar outras medidas como o treinamento da equipe obstétrica a fim de oferecer um atendimento mais humanizado para as gestantes.

Os Conselhos Regional (SP) e Federal de Medicina informou de que a “manobra de Kristeller” é procedimento proscrito, podendo levar alguns traumas materno-fetais.

Ruptura do colo uterino durante
a manobra de Kristeller
Segundo a mulher denunciante, o médico subiu duas vezes sobre suas costelas empurrando sua barriga com os punhos fechados.

A manobra de Kristeller é a pressão feita pelo médico para "ajudar" o bebê a nascer, tanto no parto vaginal quanto na Cesária. Porém este "auxílio" podem trazer graves consequências à mãe e ao bebê.
Costelas fraturadas, traumas encefálicos e descolamento de placenta estão entre os resultados mais recorrentes desta manobra.

Além da manobra, alvo da decisão das promotoras, outras ações são realizadas durante o parto e que são igualmente categorizadas como violência obstétrica.  




"Outros exemplos de violência obstétrica são a infusão intravenosa para acelerar o trabalho de parto (ocitocina sintética), a pressão sobre a barriga da parturiente para empurrar o bebê (manobra de Kristeller), o uso rotineiro de lavagem intestinal (enema) e retirada dos pelos pubianos (tricotomia) e o exame de toque frequente para verificar a dilatação. 

São comuns também os relatos de xingamentos e humilhações praticados por parte dos profissionais de saúde ao proferirem frases como "se você não parar de gritar, eu não vou mais te atender", "na hora de fazer não gritou" e outras do gênero." (fonte MP)

A realização da manobra de Kristeller sujeita os responsáveis a sanções administrativas perante os Conselhos Regional de Medicina, além de ações cíveis e penais se houver danos à saúde da mulher ou do bebê.

As mulheres que se sentirem agredidas podem fazer a denuncia na página do Ministério Público Federal.


Fonte: Catraquinha  / Imagens retiradas do google

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