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Saúde | Os médicos do Facebook

Já não é a primeira vez que eu trago esse assunto aqui no blog.
Na verdade eu tenho vontade de escrever sobre isso toda vez que vejo um absurdo desses acontecer.

Cada dia mais vejo pessoas pedindo conselhos médicos em grupos no Facebook.
São as mais variadas dúvidas.

Algumas eu concordo que podem ser solucionadas através da experiência de outros, mas na sua maioria, aconselhar alguém que tem duvidas nesse sentido é grave e perigoso.

São as mais diversas dúvidas..
Já vi mães que antes de ir ao médico postam fotos dos seus filhos cheios de bolinhas pedindo opiniões e gritando por socorro.

Já vi mulheres gravidas com sangramento perguntando em um grupo se deveria ir ao médico...
Gente, eu entendo que tem gente com experiências semelhantes e que ás vezes até pode coincidir com o que essas pessoas ou crianças estão sentindo...
Mas eu imploro: Vão ao médico!!
Facebook não é PS.

Outra coisa que me tira do sério e me deixa super preocupada é a indicação de medicamentos e receitas milagrosas pela internet.

Vem cá, você nunca ouviu falar que se automedicar é perigoso? Você vai medicar seu filho sem o conhecimento de um especialista?

Uma coisa é sugerir que faça uma inalação com soro fisiológico ou dar um chá de erva doce.
Outra coisa é indicar medicamentos farmacêuticos, coisa que só deveria ser feito por médicos.

Você pode até sugerir que a sua 'paciente internética' tome um medicamento em específico, mas por favor, deixe claro que ela questione ao médico a eficácia para o organismo dela!!
Não é porque faz bem pra mim que vai fazer pra você também!!

Você tem ideia de quantos casos de intoxicação, reação alérgica e outros problemas uma automedicação causa diariamente no Brasil?

Outras pessoas preferem se consultar com o Dr Google. 
Encontram diagnósticos e a cura para qualquer mazela.

Pesquisar e se informar é coerente, o que não pode se tratar seguindo receitas e dicas de sites.
Vá ao consultório, fale com um médico de verdade!!
Se precisar vá em 3 médicos, mas não se automedique em situação nenhum!!

Resumo da ópera, ou melhor, resumo do post:
Facebook não é consultório médico. 
Se você precisa de ajuda, ligue para o seu médico.
E se você quer ajudar, mande ir ao médico!!!


RISCOS DA AUTOMEDICAÇÃO.

Quando você se automedica você está assumindo vários riscos, entre eles:
- Intoxicação
- Reação alérgica
- Dependência Química
- Morte Súbita por efeito colateral
- Ausência do efeito desejado
- Camuflar os sintomas e atrasar um diagnostico preciso

Quando você não vai ao médico, você está assumindo outros riscos:
- Piora do quadro clínico
- Necessidade de medicação mais forte
- Risco de morte

Saúde é coisa séria!!






Filhos | Conheça a Shantala

Shantala é o nome da mulher que mostrou a
técnica para o Dr Frederik.
Você conhece a Shantala?

Shantala é uma técnica indiana, muito usada no ocidente também, onde através da massagem e do contato mãe e filho, as cólicas são amenizadas e o sono fica mais tranquilo.

Você já deve ter escutado ou lido essa definição, mas você já utilizou esse método? Sabe como fazer e quais são os seus benefícios reais?

Essa massagem foi descoberta pelo obstetra francês Frederick Leboyer. Ao observar a cultura local, vendo uma mãe que massageava seu filho em plena rua, optou por aprofundar os estudos nessa técnica. Ele filmou, fotografou e anos depois publicou um livro divulgando a Shantala.

Veja as imagens originais:


A Shantala é uma técnica sensorial e pode ser aplicada em bebês a partir de um mês de vida até a fase pré-escolar, ou até quando a criança aceitar. Eu mesma uso até hoje para aliviar a prisão de ventre da Bia (4 anos).

A massagem tem a finalidade de acalmar e tranquilizar o bebê. Ela favorece na respiração, tratamento de cólicas, prisão de ventre, estimula os sistemas cardiovascular e gastrointestinal, reduz o estresse, auxilia no desenvolvimento motor, crescimento físico e favorece o ganho de peso.

Para que os bebês tenham uma noite de sono mais tranquila, o relaxamento proporcionado pela massagem auxiliam em um sono mais profundo.

Além de tudo isso cria-se um vinculo, um laço entre mamãe e bebê, papai e bebê, cuidador e bebê que vai deixar o seu filho (a) muito mais seguro.

Procure óleo apropriados para a pele do eu bebê. Existem essências de camomila e maracujá que ajudam no relaxamento.

Coloque uma música bem gostosa e use seu tempo transmitindo carinho e amor ao seu bebê.

É muito importante que a técnica seja aplicada corretamente! Se informe e estude!
A Assessoria Mamãe oferece esse curso para as mamães que desejam aprender e curtir alguns momentos especiais com seus filhos.




Gravidez | Como evitar os Enjoos

Enquanto muitas mulheres sofrem com o enjoo gestacional, outras não sabem nem o que é isso.

Mas apesar de ser incomodo e desagradável,
mais de 70% das gestantes sentem este desconforto nos 3 primeiros meses da gravidez.

A boa notícia é que existem algumas coisas a fazer para amenizar esses sintomas.
Separei algumas dicas que me ajudaram e outras dicas de especialistas.

Na sua maioria, as gestantes sentem enjoo maior na parte da manhã. Isso acontece principalmente quando estamos com o estômago vazio. Mas existem alguns hábitos que você pode adotar para tentar minimizar.

1. Coma um biscoito água e sal antes de levantar da cama. (Eu deixava um pacotinho e um copo de água do lado da cama)

2. Faça refeições menores e mais frequentes. Tome água gelada quando a fome começar.


3. Evite refeições pesadas e gordurosas.

4. Prefira bebidas frias e geladas. Em geral, comidas e bebidas frias têm mais chance de parar no estômago. (Eu tomava muita água de coco

5. Descanse o máximo que puder. Sempre que houver uma pausa, se deite e relaxe o seu corpo e sua mente. O estresse e ansiedade podem desencadear o enjoo devida a acides que produz no estômago.

6. Use o gengibre. Você pode corta-lo e cheirar, ou mascar uma fatia, ou até usar uma bala para aliviar o enjoo. Mas não abuse. Ainda não são conhecidos os efeitos do gengibre em gestantes

7. Pergunte ao seu médico quanto a vitamina B6. Ela ajuda a amenizar o enjoo.

8. Faça exercícios leves como a caminhada. Prefira o ar livre e fresco para se exercitar, locais com má circulação de ar podem enjoar. Além disso, favorecem a digestão, proporcionam a sensação de bem-estar e aliviam o estresse emocional.

9. Experimente tratamentos alternativos como a acupuntura ou acupressura, mas sempre com o conhecimento do seu médico.

10. Fique longe dos cheiros que te incomodam. Odores fortes são fatores certos pra quem sofre de enjoo na gravidez.



O Discovery Home & Health tem uma serie que se chama "Coisas que ninguém te conta".
Nesse vídeo vai o capitulo sobre enjoo na gravidez com mais algumas dicas.


Se você tem outras dicas, conta pra gente!
*imagens retiradas do Google

Saúde | Canabidiol liberado no Brasil



Ha algumas semanas atrás fiz um post abordando os benefícios da  maconha medicinal e o que tem sido feito para que uma das suas substâncias, o Canabidiol - CBD, seja liberado.

Hoje, 14/01, a Anvisa reclassificou o Canabidiol.

O CBD sai da lista de medicamentos proibidos e passa para a categoria C1, de uso terapêutico permitido, mas na lista dos medicamentos controlados. Iguais ao tarja preta que já conhecemos.

Ainda não há autorização para a comercialização e fabricação da substância no Brasil, apesar do governo já ter recebido a proposta de um laboratório estrangeiro. A proposta está sendo analisada e não tem prazo para definição. Confira a matéria completa no site do Jornal Hoje

Para os pacientes que buscam essa alternativa terapêutica, a resolução de hoje é um grande passo.

Porém o Canabidiol só pode ser importada após entregar a receita, junto a outros documentos na ANVISA. Aí então é liberada uma autorização especial concedida pelo diretor da agência. O pedido leva em média uma semana para ser avaliado.

Dia 16 de dezembro, o Conselho Federal de Medicina legalizou a importação do medicamento composto por Canabidiol para crianças e adolescentes que sofram de epilepsia e convulsões.

Neste último ano, o assunto foi muito discutido no Brasil. A legalização ou a descriminação do uso da maconha para uso medicinal e recreativo tem ocupado muitas mesas redondas e a pauta dos nossos políticos.


Veja mais informações sobre maconha medicinal AQUI.


*Fontes: Uol, Globo.com, Anvisa
Imagens retiradas da internet




Vida de Mãe | Uso obrigatório do Partograma

Assunto polêmico entre mães e gestantes.
Algumas defendem a cesariana.
Outras apoiam o parto normal.
Umas dizem que tem direito de optar.
E tem as que dizem que a mulher precisa parir para ser uma mãe completa.

Discussões a parte, essa semana o Ministério da Saúde e a ANS publicaram uma nova resolução que tem o objetivo de incentivar o parto normal no Brasil, e reduzir ao extremo o número de cesáreas.

As novas medidas atingem principalmente o parto no setor privado.
O preenchimento de um partograma passa a ser obrigatório
Hoje, 56% dos partos realizados no Brasil são cesáreas. A OMS (Organização Mundial da Saúde) diz que 15% é o recomendado.

Mas e se eu quiser optar por uma cesárea? O plano não vai cobrir?
A resposta é NÃO!

Entenda: O partograma é parecido com a famosa carteirinha da gestante. Porém, quando na carteirinha são registradas todas as etapas da gestação, no partograma, o médico precisa anotar todas as etapas do trabalho de parto.

Para receber pelo parto cesárea através do convênio, os registros do partograma devem comprovar a necessidade da cirurgia. Na prática, toda gestante será obrigada a esperar o início do trabalho de parto para então o médico ver se é necessária uma cesárea.

"É necessário mudar a cultura do parto. Temos que tratar a epidemia de cesarianas que vivemos como um problema de saúde pública. É um problema que se agrava ano a ano", diz o ministro da saúde Arthur Chioro.

Para algumas mulheres essa medida foi uma vitória. Assim como o ministro, acreditam que as taxas devem baixar, doa a quem doer. A mulher PRECISA ter um parto normal!

 "Parto não é evento que se marque. 
Normal é o parto normal", afirmou o ministro.
Os planos de saúde apoiaram a decisão.

Porém para outras, essa medida fere a liberdade de escolha da mulher. E não são somente algumas feministas não! O Conselho Federal de Medicina (CFM), também acredita que a medida deve ser revista.

Segundo Mauro Ribeiro, vice-presidente do CFM, há mulheres que, por motivos pessoais, escolhem ter o filho por cesariana, e dar o direito de o plano de saúde não pagar pela cirurgia agendada é violar a autonomia da mulher. “Como negar à mulher o direito dela de escolher como quer ter o filho?”, indagou.

Em uma entrevista ao UOL, o vice-presidente do CFM, Mauro Ribeiro, afirma que por motivos pessoais, muitas mulheres optam por ter o filho através de uma cesariana, e, dar ao plano de saúde, o direito de não pagar pela cirurgia, é violar a autonomia da mulher. “Como negar à mulher o direito dela de escolher como quer ter o filho?”

O vice reconhece que a taxa de cesarianas no Brasil deve baixar, porém afirma que enquanto não houver instalações, acompanhamento e treinamento adequado para o trabalho de parto natural e humanizado, não há coerência em proibir a cirurgia.

"Reconhecemos que há médicos que optam por fazer o parto cirúrgico por comodismo, pois, enquanto este é agendado e rápido, o normal pode acontecer a qualquer momento, e, muitas vezes, leva mais de dez horas para a conclusão." Na avaliação de Ribeiro, o governo está responsabilizando injustamente os médicos pelo alto índice de partos cirúrgicos, e deixando de lado pontos importantes como a falta de uma estrutura que estimule o parto natural.

Entre tantas discussões e muito trabalho a ser feito, outros direitos serão assegurados com a nova medida.

A gestante passa a ter acesso, em até 15 dias após solicitação, aos porcentuais de parto normal e cesáreo do médico e do hospital maternidade que desejar pesquisar. Essa informação tem como objetivo ajudar a paciente a escolher quem irá acompanha-la na gestação e onde ela terá o seu filho.
Caso os dados não sejam divulgados, a multa será de R$ 25 mil.

A medida foi publicada dia 07 de janeiro e tem 180 dias para as operadoras cumprirem as exigências.

MINHA OPINIÃO

Sou da simples opinião de que somos donas do nosso corpo. Optar o tipo de parto que se receber um filho é o mínimo de direito adquirido.
Tive minha filha por cesárea, mas recomendo o parto normal porque NO MEU caso, não foi legal pra mim, nem pra minha filha.
Porém, muitas mulheres preferem se sujeitar a uma cirurgia. E dai? O que isso vai afetar na SUA vida?

Desde que ganhei a Bia já ouvi tantos absurdos. me acusaram até de não querer intimidade com a minha filha por não permitir que ela passasse no meu canal vaginal. Disseram que eu não tive um parto e sim a retirada do bebê. Dizem que não posso me sentir uma mãe completa porque não senti as dores do parto.

Sim! já escutei tudo isso!! Dentre as pérolas está: "Além de cesariana você não amamentou? Nossa, pra que você teve um filho então?" - Isso me disseram sem saber que havia ficado 15 dias na UTI após ganhar a Bia numa cesárea de urgência..

Concordo, por experiência própria, que o parto normal é de fato melhor para a recuperação da mãe e para o bebê pois é a forma "natural' que sempre ouvimos falar... Mas discordo veementemente da imposição do parto normal em um país onde não existe estrutura parto o humanizado. Em tempos onde a Manobra de Kristeller ainda é utilizada, antes de dificultar o acesso a cesária, deveriam reeducar muitos médicos por aí.

Ainda são pouquíssimas as mulheres que conseguem o aconchego de receber seus filhos em uma piscina mornal, em uma sala com luz baixa ou ao som da música escolhida. Se eu tiver outro filho, quero tentar essa experiência.

Mas quem não quiser não pode ser obrigada!! Isso precisa ser uma decisão individual, particular e intransferível. Tentar reduzir as taxas a qualquer custo, sem criar antes espaços e profissionais realmente qualificados e preparados, é no mínimo inconsequente.
#ProntoFalei

E você? O que você acha dessa nova medida? Mande sua opinião.

Imagens retiradas do Google




Saúde | Depressão Pós Parto

Depressão pós-parto não é uma falha de caráter ou uma fraqueza. Se você tem depressão pós-parto, o tratamento imediato pode ajudar a controlar os seus sintomas e desfrutar de seu bebê.
Novos estudos mostram que a depressão também podem afetar os pais.

Os sintomas incluem tristeza e desesperança. Muitas novas mães experimentam alterações de humor e crises de choro após o parto, que se desvanecem rapidamente. Elas acontecem principalmente devido às alterações hormonais decorrentes do término da gravidez.

A depressão pós-parto ocorre logo após o parto.No entanto, algumas mães experimentam esses sintomas com mais intensidade, dando origem à depressão pós-parto. Raramente, pode ocorrer uma forma extrema de depressão pós-parto, conhecida como psicose pós-parto.

Não há uma única causa para depressão pós-parto. Fatores físicos, emocionais e de estilo de vida podem influenciar de alguma forma no surgimento da doença. Veja:

Mudanças físicas
Após o parto, ocorre uma queda dramática nos hormônios estrogênio e progesterona, e essas mudanças por si só podem contribuir para um quadro de depressão pós-parto. Outros hormônios produzidos pela glândula tireoide também pode cair bruscamente - o que pode aumentar o cansaço e sensação de tristeza. Mudanças no seu volume de sangue, pressão arterial, sistema imunológico e metabolismo podem contribuir para a fadiga e alterações de humor.

Fatores emocionais
Quando você está privado de sono e sofrendo algum tipo de estresse ou pressão psicológica, você pode ter problemas para lidar com situações do dia a dia. A mãe também pode se sentir menos atraente ou sentir que perdeu o controle sobre sua vida. Qualquer um desses fatores pode contribuir para a depressão pós-parto.

No caso dos homens, a depressão pós-parto pode surgir por conta da preocupação com sua própria capacidade de educar um recém-nascido. A ansiedade em prover uma boa vida para a criança, o aumento das responsabilidades e o suporte que se deve dar ao parceiro(a) estão entre as causas do problema. Apesar de essas causas serem comuns nos pais, também podem ocorrer com as mães.

Estilo de vida
Muitos fatores de estilo de vida podem levar à depressão pós-parto, incluindo um bebê exigente, dificuldade de amamentação, filhos mais velhos com ciúmes, problemas financeiros, falta de apoio do parceiro ou de outros entes queridos.

Fatores de risco para depressão pós-parto incluem:
História de depressão pós parto anterior / Falta de apoio da família, parceiro e amigos
Estresse, como um recém-nascido doente, problemas financeiros ou problemas familiares
Limitações físicas anteriores ou após o parto / Depressão durante a gravidez / Depressão anterior
Transtorno bipolar / História familiar de depressão ou transtorno bipolar
História de desordem disfórica pré-menstrual (PMDD), que é a forma grave de tensão pré-menstrual (TPM) /
Violência doméstica, que podem aumentar durante a gravidez e quando um casal está se ajustando a um novo bebê. Se o seu parceiro é violento ou emocionalmente abusivo, você e seu bebê estão fisicamente em risco, e você tem um maior risco de depressão pós-parto. Procure ajuda o mais rápido possível.

Assista o vídeo da Minha Vida TV e ouça mais algumas dicas:


Sintomas
Sentimento de tristeza ou desespero constante. Perder o interesse ou não sentir prazer na maioria das atividades diárias.
Um sintoma particularmente grave de depressão é pensar na morte e suicídio. Algumas pessoas com depressão pós-parto também podem ter uma vontade súbita e assustadora de prejudicar seus bebês.

Fique atenta à depressão pós-parto. Você também poderá:

Perder ou ganhar peso
Vontade de comer mais ou menos do que o habitual
Dormir muito ou não dormir o suficiente
Inquietação ou indisposição
Cansaço e energia
Sentimento de indignação ou culpa
Dificuldade para se concentrar ou tomar decisões
Ansiedade e excesso de preocupação.

Psicose pós-parto (Gravíssimo)
Esta condição grave é mais susceptível de afetar as mulheres e s homens que têm distúrbio bipolar ou histórico de psicose pós-parto. Os sintomas, que começam geralmente durante as primeiras três semanas após o parto, incluem:

Sentir-se desconectada com seu bebê e com as pessoas em seu entorno.
Sono perturbado, mesmo quando o bebê está dormindo.
Pensamento extremamente confuso e desorganizado, aumentando o risco de prejudicar o bebê, a si mesma ou qualquer pessoa.
Mudanças drásticas de humor e comportamento bizarro.
Extrema agitação ou inquietação.
Alucinações, que pode ser visuais, auditivas, olfativas ou pode contato.
Pensamento delirante que não se baseia na realidade.


Buscando ajuda médica
Se você tiver pelo menos cinco dos sintomas acima por duas semanas ou mais, e um dos sintomas é ou tristeza ou perda do interesse, você pode ter depressão pós-parto e precisar de ajuda.

Ainda que você não tenha outros sintomas além da tristeza ou indisposição, é importante buscar tratamento médico e conversar sobre os benefícios que um tratamento poderia trazer.
Quanto mais cedo você começar o tratamento, melhor será a sua chance de uma recuperação rápida e completa.

Se você está se sentindo deprimido após o nascimento do seu bebê, você pode estar relutante ou vergonha de admitir isso. Mas é importante chamar o seu médico se os sinais e sintomas de depressão piorarem e prejudicarem suas atividades.

Para pessoas que tem sintomas de psicose pós-parto, deve ser tratada como uma emergência que requer tratamento médico imediato. Se você ou sua parceira tiver quaisquer sintomas psicóticos, procure ajuda de emergência imediatamente.

Qual médico buscar?
Psicólogo | Psiquiatra | Endocrinologista | Ginecologista e Obstetra

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo.
Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram: Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade.

Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.


O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
  • Quais são os sintomas e quando eles começaram?
  • Os sintomas estão melhorando ou piorando ao longo do tempo?
  • Os sintomas afetam sua capacidade de cuidar do bebê?
  • Você se sente tão ligada ao bebê quanto esperava?
  • Você é capaz de dormir tem a chance e sair da cama quando é hora de acordar?
  • Como você descreveria o seu nível de energia?
  • O seu apetite mudou?
  • Quantas vezes você diria que fica ansiosa, irritada ou com raiva?
  • Você já teve algum pensamento de autoagressão ou agressão ao bebê?
  • Qual é o apoio que você tem para cuidar do seu bebê?
  • Você sofre com algum problema financeiro ou no relacionamento?
  • Você recebeu o diagnóstico de quaisquer outras condições médicas, incluindo distúrbios psiquiátricos, como depressão ou transtorno bipolar?
  • Você recebe ou recebeu tratamento para outros sintomas psiquiátricos? Se sim, que tipo de terapia ajudou mais?
Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para depressão pós-parto algumas perguntas básicas incluem:
  • Qual é o meu diagnóstico?
  • Quais tratamentos vão me ajudar?
  • Quais são os possíveis efeitos colaterais dos tratamentos que você está propondo?
  • Quanto e em quanto tempo você espera que os meus sintomas melhorem?
  • O medicamento que você está prescrevendo seguro para tomar durante a amamentação?
  • Durante quanto tempo vou precisar receber tratamento?
  • Que mudanças de estilo de vida podem me ajudar a gerenciar os sintomas?
  • Quantas vezes tenho que fazer visitas de acompanhamento?
  • Estou em risco aumentado para outros problemas de saúde mental?
  • Estou em risco dessa condição voltar se eu tiver outro filho?
  • Existe alguma maneira de evitar a reincidência se eu tiver outro filho?
  • Há algum material impresso que eu posso levar comigo? Quais sites você recomenda?
Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.


O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) da Associação Americana de Psiquiatria considera depressão pós-parto um subtipo de depressão maior. De acordo com o manual, para depressão pós-parto ser diagnosticada, os sinais e sintomas da depressão devem se desenvolver dentro de quatro semanas após o parto. Sinais de um episódio depressivo incluem, em parte:
  • Humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias
  • Redução de interesse e prazer nas atividades
  • Mudança significativa no apetite ou mudança inesperada no peso
  • Incapacidade de dormir (insônia) ou sonolência excessiva (hipersonia)
  • Agitação ou movimentos mais lentos
  • Fadiga ou falta de energia
  • Sentimentos de inutilidade
  • Capacidade reduzida de pensar, concentrar-se ou tomar decisões
  • Pensamentos recorrentes de morte ou suicídio.
Para distinguir entre um caso de curto prazo e uma forma mais grave de depressão, o médico ou médica pode pedir para você preencher um questionário de triagem de depressão. Além disso, o médico provavelmente irá realizar exames de sangue para determinar se uma disfunção da tiroide está contribuindo no quadro.

Se há histórico pessoal de depressão, depressão pós-parto, psicose pós-parto ou transtorno bipolar, é importante acompanhar com o médico ou médica de perto antes mesmo dos sintomas começarem. Alguns especialistas sugerem que as mulheres de alto risco tenham seu primeiro check-up pós-natal três ou quatro semanas após o parto, em vez das habituais seis semanas.

O aconselhamento ajuda a prevenir e tratar a depressão-pós parto e depressão durante a gravidez. Para melhorar o sucesso do tratamento, ambos os pais devem tentar participar.
Terapia cognitivo comportamental ajuda a tomar conta da maneira como você pensa e sente.
Aconselhamento interpessoal fornece suporte emocional e ajuda na resolução de problemas e definição de metas.

Você também pode se beneficiar de:
Ter um(a) babá durante meio período ou em tempo integral
Exercícios para fortalecer os laços entre paciente e bebê.
Terapia hormonal

A reposição hormonal pode ajudar a neutralizar a queda rápida nos níveis de estrogênio que acompanha o parto, aliviando os sintomas de depressão pós-parto em algumas mulheres. Entretanto, ainda não é comprovado que a terapia hormonal possa prevenir ou tratar a depressão pós-parto. Tal como acontece com os antidepressivos, é importante pesar os riscos e benefícios potenciais do tratamento com terapia hormonal.


Depressão pós-parto geralmente não é uma condição que você pode tratar por conta própria - mas você pode fazer algumas mudanças que ajudam o tratamento a ser mais efeito.
  • Faça escolhas de vida saudáveis, como praticar atividade física, manter uma dieta equilibrada e evitar vícios como tabaco e álcool
  • Não coloque cobranças excessivas em cima de você
  • Arranje um tempo para si mesma
  • Se concentre em manter seus pensamentos positivos
  • Evite o isolamento.
  • Lembre-se, a melhor maneira de cuidar de seu bebê é cuidando de si mesma.
Se não for tratada, a depressão pós-parto pode interferir com o vínculo mãe-filho e causar problemas familiares. Filhos de mães que têm depressão pós-parto não tratada são mais propensos a ter problemas de comportamento, como dificuldades para dormir e comer, crises de birra e hiperatividade. Os atrasos no desenvolvimento da linguagem são mais comuns também.

Depressão pós-parto não tratada pode durar meses ou mais, por vezes tornar-se um distúrbio depressivo crônico. Mesmo quando tratada, depressão pós-parto aumenta o risco de futuros episódios depressivos.

Peça ajuda de outras pessoas para que você consiga dormir bem, manter uma alimentação saudável, fazer exercício físico e receber apoio na medida do possível.
Fique longe de cafeína, álcool e outras drogas ou medicamentos, a menos que recomendado pelo seu médico ou médica.

Se você está preocupado com a depressão pós-parto, faça seu primeiro check-up pós-natal três ou quatro semanas após o parto em vez das habituais seis semanas.

Mulheres cujo risco para depressão pós-parto é maior pode querer tomar medidas adicionais para prevenir a depressão pós-parto.




Canadian Mental Health Association
American Psychological Association
Mayo Clinic
Manual Merck
minhavida.com.br





Casa e Saúde | Cravo - Repelente Natural para a sua casa

Na sua casa tem aquelas formiguinhas na cozinha? Ou mosquinhas no banheiro?
E mosquito nas plantinhas?

Esses insetos, além de indesejáveis podem trazer doenças para dentro de casa ao passar pelos pratos, talheres, papel higiênico.
Além das picadas perigosas dos mosquitos transmissores da dengue e outras doenças.

Aqui na minha casa tem muito inseto, apesar de ser um apartamento.
Por mais limpo que tudo se mantenha, os insetos aparecem todos os dias!

Então fui atrás de dicas para me livrar delas e descobri que esses bichinhos odeiam cravo!
Primeiro fui atrás de saber um pouco sobre a história do cravo como repelente...
"A flor do craveiro é usada como tempero desde a antiguidade: era uma das mercadorias, entre as especiarias da Índia, que motivaram inúmeras viagens de navegadores europeus para o continente asiático.

O principal motivo do cravo ser usado em doces era sua ação repelente que impedia a invasão de formigas. Como, na maioria dos casos, não haviam recipientes que impedissem a infestação por formigas, o cravo era usado para repelir esses insetos." (wikipedia)


Agora vamos as receitas que eu encontrei:

PARA MOSCAS E PERNILONGOS

1 laranja de casca grossa
20 cravos
Vela pequena

Modo de Preparo:
Corte a laranja ao meio e retire todo o miolo da fruta. Deixe somente as duas metades da casca, limpas.
Na metade de cima faça um furo e espete os cravos em toda a casca.
na metade de baixo coloque a velinha e ascenda.
Coloque sobre um pratinho para não manchar os móveis

Além de repelente, a laranja e o cravo deixam um aroma delicioso no ambiente.

 


Há quem use a casca de laranja no lugar do refil dos aparelhos elétricos de parede. #FicaaDica



CRAVO COM LIMÃO

Você pode simplesmente cortar a laranja ou o limão no meio e espetar os cravos na fruta. Espalhe vários pratinhos pela casa.




INSETICIDA PARA AEDES AEGYPTI

60 cravos da índia
1 xícara (chá) de água

Modo de Preparo:
No liquidificador, bata os cravos junto com a água por cerca de um minuto. Coloque a mistura em um recipiente com tampa (sem coar) e mantenha guardado na geladeira por 24h para poder usa-lo. Nessas condições, o inseticida dura até 1 ano sem perder suas propriedades.

Para prevenir o mosquito da dengue, aplique o inseticida natural nos vasinhos ou em lugares de água parada. Algumas gotas já são o suficiente para que as lavas sejam mortas em 24h. Repita o processo de aplicação a cada duas semanas.
Você pode preparar o inseticida em maior quantidade, basta seguir sempre esta proporção.



Encontrei no site Donas de Casa Anônimas (DCA) uma receita com cravos que serve como repelente de superfícies. Essa receita com cravos funciona super bem!

REPELENTE - LIMPADOR DE SUPERFÍCIES

150 ml de água
150 ml de álcool
5 a 10 gr de cravo da indica
1 recipiente de spray
Funil

Modo de Preparo:
Você deve ferver a água e desliga-la. Colocar os cravos da índia na água e tampar. 
Abafe (tampe) por 5 minutos até que vire um chá.
Deixe esfriar um pouquinho e retire o cravo da água.
Coloque o álcool no borrifador e acrescente o chá de cravo.

Escreva na embalagem qual o produto que contém o frasco e voi lá.
Depois de pronto, basta borrifar na pia, balcão ou azulejos.

Vale lembrar que esse repelente não deve ser passado na pele!! É somente para limpeza de superfícies. Todo dia de manhã ao limpar a cozinha, basta passar o produto e elas somem!

Aqui vai o vídeo que esta disponível no canal do DCA.



Você também pode deixar alguns cravinhos no armário e troca-los a cada duas semanas.
Folhas de louro, salsinha, folha de fumo, cascas de tangerina e canela também possuem a mesma característica repelente.



Se você possui outras dicas e quer dividir, 'manda pra cá que vira post'!







*imagens retiradas do Google


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Saúde | Maconha Medicinal

Vamos começar explicando que este não é post de apologia as drogas.
Trata-se de um artigo que escrevi para trazer um pouco de informação sobre essa planta que tem ajudado centenas de pessoas mundo a fora.

A quantidade de crianças especiais que estão sendo ajudadas com o CANABIDIOL é imensa!

Semana passada (16/12), o Conselho Federal de Medicina legalizou a importação do medicamento composto por canabidiol para crianças e adolescentes que sofram de epilepsia e convulsões.

Neste último ano, o assunto foi muito discutido no Brasil. A legalização ou a descriminação do uso da maconha para uso medicinal e recreativo tem ocupado muitas mesas redondas e a pauta dos nossos políticos.

Apesar da decisão do conselho, a substância continua classificada na Anvisa, como medicação de uso proscrito, classificado na mesma linha que a cocaína, a heroína.
Quer dizer, o canabidiol só pode ser importada após entregar a receita, junto a outros documentos na ANVISA. Aí então é liberada uma autorização especial concedida pelo diretor da agência. O pedido leva em média uma semana para ser avaliado.

A receita só pode ser emitida por médicos neurologistas, psiquiatras e neuro cirurgiões e o seu uso deve ser exclusivo para menores de 18 anos.

Em janeiro a Anvisa prevê rediscutir a classificação da maconha para uo também do medicamento controlado, sendo necessário então somente duas vias do pedido.

"Sou um completo otimista. Tenho certeza de que eles serão sensíveis aos nossos argumentos. O grupo de pesquisa da USP de Ribeirão já se colocou à disposição da Agência. Estamos à disposição da Anvisa e da sociedade brasileira também. O canabidiol é uma substância que está presente na maconha e, isolado, pode ser uma medicação que traz benefícios para várias pessoas" afirma o psiquiatra José Alexandre Crippa, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto (SP), em entrevista ao G1.

As pesquisas sobre as propriedades terapêuticas da maconha em humanos, começaram oficialmente em 1982. Desde então, cada vez mais enfermidades apresentam melhora com o uso do seu composto.

Os tratamentos beneficiados vão desde uma simples acne até o câncer. Mals de Parkinson e Alzeimer diminuição de transtornos de sono, alivio de dor, diminuição de crises epilépticas, propriedades antioxidantes, efeitos anti-psicóticos com aplicações em tratamentos de esquizofrenia e até funções antidepressivas.

Segundo um documentário, produzido por cientistas e simpatizantes da causa, a maconha é a cura do câncer. Veja no vídeo abaixo. É realmente interessante.


Apesar do Brasil estar em processo de legalização, no país ainda não há autorização para produzir este medicamento. Isso faz com que o custo de importação do tratamento seja muito elevado variando na casa de $500 (dólares) para 25 dias.

Enquanto a nova meta ideal não é alcançada, a desburocratizar o acesso a esta medicação, muitas mães se sujeitam a comprar ilegalmente para que seus filhos possam ter uma qualidade de vida melhor.

Um caso que ficou bem conhecido no Brasil veio a público em Abril de 2014 foi o de uma menina de 5 anos, chamada Anny Fischer. Ela tem uma doença rara, a CDKL5. A menina já chegou a ter 80 convulsões por semana desde os seus 45 dias de vida.

Ano passado, os pais da menina resolveram importar clandestinamente o medicamento à base de canabidiol. Foi o único remédio que surtiu efeito. As crises de Anny diminuíram consideravelmente. chegando a passar semanas sem convulsões.

"A gente chegava perto da Anny, falava o nome dela e ela olhava a gente nos olhos. Isso não tem palavras. Vale qualquer sacrifício, qualquer esforço, você saber que ela voltou a te olhar nos olhos”, diz o pai Norberto Fischer.

Os pais de Any começaram, desde então, uma grande batalha a favor da legalização do canabidiol.
Depois de diversas brigas na justiça, a luta da família virou um documentário intitulado 'Ilegal - A vida não espera'. O vídeo foi lançado em outubro deste ano e narra a história de outras crianças com o mesmo objetivo que Anny.


No Brasil a USP de São Paulo e Ribeirão Preto já estão estudando as possibilidades de fabricação e se colocaram a disposição da Anvisa para um possível início de produção da substancia. O estudo foi publicado em outubro na revista "Journal of Psycopharmacology", da Associação Britânica de Farmacologia.

"Durante seis semanas, a equipe monitorou 21 pacientes com Parkinson, divididos em três grupos.
O primeiro recebeu 300 mg de canabidiol ao dia. O 2º 75 mg e o 3º placebo (sem nenhum princípio ativo). Para que não houvesse influência psicológica e sim um efeito farmacológico eficaz, nem os pacientes, nem mesmo os médicos tinham conhecimento sobre quem estava tomando qual cápsula.
Um terceiro integrante da pesquisa numerou as substâncias e os dados foram cruzados apenas no final, quando foi constatada melhora no quadro dos pacientes que ingeriram canabidiol na dose de 75 mg, e ainda melhor na dose de 300 mg. “O mais importante é que o medicamento não apresenta efeito colateral, ao contrário dos já utilizados”, afirma o coordenador da pesquisa." (Veja a reportagem na íntegra)


No site Saúde.Terra tem um material ilustrado chamado "Da obesidade a Depressão". É bem legal e mostra várias situações onde a maconha pode beneficiar o ser humano.

Para resumir, o CANABIDIOL (CBD) nada mais é do que UMA das 60 substancias que podem ser extraídas da Canabis sativa (nome cientifico da maconha). A canabis possue mais de 450 componentes que podem ser utilizados.

O canabidiol não possui efeito psicotrópico, ou seja,  você não vai ficar doidão se precisar usar. Quando a substância entra na corrente sanguínea, vai ao cérebro e acalma a atividade química e elétrica excessiva do órgão.
Só este ano, a Anvisa recebeu mais de 500 pedidos de importação da substância para pacientes enfermos e concedeu mais de 400.

Acredito que mediante tantos fatos não restam dúvidas do benefício desta substância.
Convido você a refletir sobre este assunto. Canabidiol e outros compostos da Canabis podem salvar vidas!



*imagens retiradas do google


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Saúde | Água - Como você economiza?

Ficar sem água na torneira ou no chuveiro.
Quem passou por isso em 2014?

Não é nenhuma novidade que a água está faltando em muitas partes do Brasil.
Este ano, São Paulo enfrentou a pior seca da história, onde a maioria dos bairros da capital foram afetados. As reservas estão baixíssimas e o calor só aumenta!

O assunto mexeu com a rotina de muita gente nas cidades atingidas. Diversas formas e dicas de economia surgiram como num passo de mágica. Mas na verdade esse assunto já deveria ser bem antigo...

O governo de São Paulo e alguns outros estados concedem desconto nas contas de água para quem economizar e manter as torneiras fechadas.
A partir de 2015, além do desconto, a prefeitura paulistana irá multar quem aumentar o consumo acima de 20%. Também será distribuído um kit economizador pela SABESP.
 Essa medida tem como objetivo conter o consumo excessivo de água.

Mas apesar de polêmicas, essas medidas não são suficientes para que criemos uma sociedade consciente da necessidade de ECONOMIZAR ÁGUA.

Na verdade, a seca vai muito além do uso excessivo da água. Ela possui diversos fatores que influenciam: Queimadas, poluição, falta de chuvas, desmatamento da amazônia...
Infelizmente, estas são ações que não dependem exclusivamente da nossa rotina dentro de casa.
Mas existem alternativas que você pode adotar para fazer a sua parte nessa luta a favor da natureza!

Além dos sistemas de reuso instalados no seu condomínio ou na sua casa, existem ações que podem fazer parte do seu dia-a-dia.

Existe uma lista que eu julgo como os mandamentos para economia de água.
Vou dividir com vocês:
  • No Banho: Se o seu chuveiro demora para esquentar, mantenha um balde embaixo da água para não desperdiça-la. Use a água para a descarga ou para limpar a casa.  - Se molhe, feche o chuveiro, se ensaboe e depois abra para enxaguar. Não fique com o chuveiro aberto. O consumo cairá de 180 para 48 litros. 
  • Escovar os dentes: Use um copo para colocar a água que você vai enxaguar a boca.
    Economize 3 litros de água. 
  • Descarga: Aperte-a uma única vez e não jogue lixo e restos de comida no vaso sanitário.          - Troque a válvula para os modelos que possuem opções de quantidade de água.   - Uma dica é colocar uma garrafa de 2 litros dentro da caixa acoplada do seu vaso sanitário para reduzir o volume de água. - Verifique se não há vazamentos. 
  • Lavar louças: Lavar louças com a torneira aberta, o tempo todo, desperdiça até 105 litros. Ensaboe a louça com a torneira fechada e depois enxágue tudo de uma vez. - Deixe a louça com água para facilitar a remoção de resíduos. - Na máquina de lavar são gastos 40 litros. Utilize-a somente quando estiver cheia. 
  • Plantas e Jardins: Use o regador. - No inverno, a rega pode ser feita dia sim, dia não, pela manhã ou à noite. 
  • Lavando o carro: com uma mangueira gasta 600 litros de água.  - Só lave o carro uma vez por mês, com balde de 10 litros, para ensaboar e enxaguar. Para isso, use a água da sobra da máquina de lavar louça. - Tem gente ensinando a lavar o carro com um copo de água... Eu nunca testei, mas acho que vale a pena tentar.
  • Calçada e quintal: faça o uso de baldes invés de mangueira. - Utilize a água que sai do enxague da máquina de lavar. - Se você mora em casa, deixe um tonel na chuva para coletar a água. Não esqueça de fecha-lo para evitar a proliferação de mosquitos transmissores.

No site Manaus Ambiental tem umas dicas importantes de como descobrir vazamentos...

  • Instalação interna  -  Feche o registro do hidrômetro / Abra a torneira logo após o hidrômetro e espere toda a água escorrer / Coloque um copo cheio de água na boca desta torneira / Se a água do copo for sugada é sinal de que há vazamento no ramal que está ligado diretamente à rede.
  • Dentro de Casa  -  Feche todas as torneiras e não use os sanitários / Feche o registro do hidrômetro para interromper o fluxo da água / Marque o nível da água na caixa d’agua e depois de 1h confira / Se o nível estiver mais baixo é sinal de que há vazamento nos canos ou nos sanitários da casa.
  • Válvula e Caixa de descarga  -  Essa é bem fácil verificar. Jogue pó de café no vaso sanitário e observe. Se ele derreter ou desaparecer é sinal de que há vazamento na válvula ou caixa de descarga.
  • Entre o hidrômetro e a cisterna / Caixa D'água  -  Impeça a entrada de água da cisterna ou da caixa, levantando a boia. Se o ponteiro do hidrômetro continuar girando é sinal de que existe vazamento.
  • NA CISTERNA  -  Deixe a boia levantada e não ligue a bomba / Depois de algum tempo verifique o nível da água na cisterna / Se o nível tiver baixado é sinal de que existe vazamento, possivelmente causado por rachaduras na cisterna.
Nesse link você consegue imagens infantis para apresentar as medidas de economia para seus filhos.

Se você tem alguma dica, manda pra cá que vira post ;)






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Gravidez | Manobra de Kristeller

Assunto polêmico entre mães e gestantes, os métodos adotados nos hospitais brasileiros estão cada vez mais na mira do Ministério Público.

Esta semana, em um hospital de São Paulo, a manobra de Kristeller foi proibida após a denúncia de uma paciente que relatou sentir dores fortíssimas.

Além disso, o hospital assumiu que esta manobra é uma violência obstétrica.
Apesar de condenada pelo Ministério da Saúde e entidades obstétricas, esta manobra é comum na maioria dos hospitais brasileiros.

O Ministério Público também orientou o hospital a tomar outras medidas como o treinamento da equipe obstétrica a fim de oferecer um atendimento mais humanizado para as gestantes.

Os Conselhos Regional (SP) e Federal de Medicina informou de que a “manobra de Kristeller” é procedimento proscrito, podendo levar alguns traumas materno-fetais.

Ruptura do colo uterino durante
a manobra de Kristeller
Segundo a mulher denunciante, o médico subiu duas vezes sobre suas costelas empurrando sua barriga com os punhos fechados.

A manobra de Kristeller é a pressão feita pelo médico para "ajudar" o bebê a nascer, tanto no parto vaginal quanto na Cesária. Porém este "auxílio" podem trazer graves consequências à mãe e ao bebê.
Costelas fraturadas, traumas encefálicos e descolamento de placenta estão entre os resultados mais recorrentes desta manobra.

Além da manobra, alvo da decisão das promotoras, outras ações são realizadas durante o parto e que são igualmente categorizadas como violência obstétrica.  




"Outros exemplos de violência obstétrica são a infusão intravenosa para acelerar o trabalho de parto (ocitocina sintética), a pressão sobre a barriga da parturiente para empurrar o bebê (manobra de Kristeller), o uso rotineiro de lavagem intestinal (enema) e retirada dos pelos pubianos (tricotomia) e o exame de toque frequente para verificar a dilatação. 

São comuns também os relatos de xingamentos e humilhações praticados por parte dos profissionais de saúde ao proferirem frases como "se você não parar de gritar, eu não vou mais te atender", "na hora de fazer não gritou" e outras do gênero." (fonte MP)

A realização da manobra de Kristeller sujeita os responsáveis a sanções administrativas perante os Conselhos Regional de Medicina, além de ações cíveis e penais se houver danos à saúde da mulher ou do bebê.

As mulheres que se sentirem agredidas podem fazer a denuncia na página do Ministério Público Federal.


Fonte: Catraquinha  / Imagens retiradas do google

Se você tem um relato que deseja divulgar, "manda pra cá que vira post".

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Educação | Inclusão na Escola

Inclusão de crianças especiais nas escolas. Cada vez mais ouvimos falar sobre isso.
Mas qual o verdadeiro significado da inclusão?

A inclusão de crianças especiais nas escolas é um direito adquirido no Brasil. Essas crianças podem frequentar a escola normal sem a necessidade de participar somente de espaços preparados especialmente para as que tem deficiência.

Mas será que as escolas estão preparadas ou estão somente aceitando essas crianças como uma atitude atual e moderna? Será que essa inclusão passa do fato de ter uma criança especial na sala junto a outras ditas normais?

Além das escolas, nossos filhos, e até nós mesmos, precisamos estar preparados para receber as
crianças especiais. Nenhum início é fácil. Mas a tentativa é recompensadora.

Para a maioria das famílias, a escola serve como oportunidade para primeiro contato com uma criança especial. A inclusão deve ocorrer desde a Educação Infantil pois auxilia o desenvolvimento do portador de necessidades especiais.

A escola no entanto, deve se preparar. Não é só uma questão de recursos técnicos, é um conjunto de ações que promove a inclusão da forma necessária.
O espaço que vai receber esta criança, precisa mais do que rampas e banheiros acessíveis. Precisa trabalhar em conjunto com a família dos colegas desta criança inclusa.

Os especialistas afirmam que ressaltar as qualidades e habilidades desta criança de acordo com sua deficiência é a forma mais rápida de acesso ao entendimento de outra criança.

Quebrar barreiras e preconceitos através de atividades em comum é fundamental.

Os professores e pedagogos precisam estudar métodos em específico para cada tipo de deficiência. Encontrar meios onde as crianças interajam, criando responsabilidades iguais para todos os alunos.

É difícil encontrar uma escola onde esta inclusão seja feita com o carinho e atenção necessária.

A certeza é que, através da inclusão, criaremos adultos mais solidários e conscientes das diferenças no mundo. Sejam especiais ou "normais", ambos ganham no conhecimento, no amadurecimento e no sentimento.

Minha filha tem um colega especial na escola. Eles tem 3 meses de diferença. Ele não se movimenta, apenas corresponde ao sentimento através dos olhos. Minha filha não vê muitas diferenças e disse que é amiga dele. (Eu realmente acho que são, porque já o convidou pra vir aqui em casa brincar e pergunta todos os dias quando ele vai vir.) E isso me enche de felicidade por ver na minha filha um coração aberto.

"Mamãe, o Pedrão está na escola. Ele quer ser o meu amigo especial!" E foi assim que a Bia chegou em casa contando as novidades sobre o novo coleguinha.

Arquivo pessoal
Bia e Pedro na festa de fim de ano da escola

Você sabe se a escola do seu filho é inclusiva? De que forma seu filho respondeu a esta iniciativa?
Seu filho é especial e está em uma escola normal? Conte sua experiência!
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